PL 3629/2024 Monitorado

Lei Anti-Incêndios Florestais

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Altera as Leis nºs 8.023, de 12 de abril de 1990 (legislação sobre o Imposto de Renda sobre o resultado da atividade rural), 8.171, de 17 de janeiro de 1991 (Política Agrícola), 12.651, de 25 de maio de 2012 (Código Florestal), 9.605, de 12 de fevereiro de 1998 (Lei dos Crimes Ambientais), 8.629, de 25 de fevereiro de 1993 (reforma agrária), 11.952, de 25 de junho de 2009 (regularização fundiária das ocupações incidentes em terras situadas em áreas da União, no âmbito da Amazônia Legal), 9.636, de 15 de maio de 1998 (regularização, administração, aforamento e alienação de bens imóveis de domínio da União), 6.766, de 19 de abril de 1979 (Parcelamento do Solo Urbano) e 13.465, de 11 de julho de 2017 (Lei da Regularização Fundiária Urbana - Reurb), para promover medidas de prevenção e combate aos incêndios florestais e em demais formas de vegetação, reduzir o uso irregular do fogo, garantir a recuperação das áreas de vegetação nativa atingidas por incêndios, qualificar os crimes de incêndio em áreas de vegetação nativa e aumentar as penas a eles correlatas.

No que isso impacta a sua vida?

O projeto fortalece a proteção de florestas e demais vegetações nativas ao aumentar penas para crimes de incêndio, garantir a recuperação de áreas queimadas e reduzir o uso irregular do fogo. Isso significa ar mais puro, menos desastres ambientais, proteção de territórios indígenas e comunidades tradicionais, além de combater a grilagem disfarçada de queimadas. Aumentar a fiscalização e a punição é um passo importante para evitar que crises como as que vivemos em 2024 se repitam, preservando a saúde pública e o clima.

Resumo gerado por Inteligência Artificial

Autores da Proposição

+2 pts

A quem interessa este projeto?

A sociedade brasileira como um todo, especialmente populações que dependem diretamente da estabilidade climática e dos ecossistemas: comunidades indígenas, quilombolas, pequenos agricultores e moradores de áreas afetadas pela fumaça. O Estado ganha ao coibir práticas ilegais que minam a soberania sobre o território. Setores econômicos que apostam na regularização e na imagem ambiental do país também se beneficiam, mas o principal lucro é o bem comum.

Status Atual

PRONTA PARA A PAUTA NA COMISSÃO

📍 Local: SF

Quem decide agora?

Estes são os parlamentares que estão com o projeto na mesa.

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